terça-feira, 31 de agosto de 2010

E a Webjet continua...

Antes de começar esse novo capítulo webjetiano, quero muito agradecer pela força, divulgação, dicas e solidariedade de todos os que passaram por aqui, deixando ou não comentários, embora eu ADORE recebê-los (esse é para quem não deixa! =p ). Vocês fizeram toda a diferença para a minha voz ser mais alta!

E pelo visto, essa história louca ainda vai render muitos posts por aqui...

Hoje ao final da tarde, o gerente de Marketing da Webjet (André) gentilmente entrou em contato comigo, para ouvir minha versão sobre o Tumulto em Congonhas. Conversamos, ele concordou com as falhas do atendimento, disse ter sido completamente fora do padrão da empresa, etc, etc...

Ao longo da conversa, ele me disse que o vôo sofreu um atraso de 02:05hs - Então podemos deduzir que:

  1. Realmente o tripulante “reserva”, contrariamente ao que a líder da Webjet (Amanda) havia dito, não havia chegado ainda!
  2. Os passageiros foram embarcados sem os direitos, teoricamente, garantidos pela ANAC e que estavam sendo reivindicados;
  3. Qualquer possível testemunha da “bagunça” causada pelo despreparo da equipe, tornou-se incomunicável.
Finalizando, ele se desculpou e me ofereceu dois vouchers (Zuca + Zuco) para qualquer destino da Webjet, em qualquer período. Embora eu tenha dito que não me interessava o voucher, ele pediu uma “segunda chance”, entretanto, quando eu disse que no mínimo eu queria o ressarcimento da minha passagem da TAM, ele disse que isso não era da alçada dele, que era na área monetária da empresa, blá blá blá...

Resumindo, ao desligar o telefone me senti meio enrolada... Detesto me sentir assim!!!

Em que um voucher vai melhorar a minha situação? Será que eles realmente não se sentem responsáveis por eu ter ficado 6 horas, sem alimentação, assistência e sem bagagem em Congonhas???

Exaustivo isso...


Mas a gente chega lá!

Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Barraco e descaso em Congonhas!

Ontem em Congonhas, passei por um daqueles momentos que a gente nem imagina que aconteceria conosco... Uma confusão causada pela irritação generalizada dos passageiros do vôo Webjet 6693, que sofreu um atraso de aproximadamente 1:30 hora, por falta de tripulante e escala reserva efetiva, foi acabar na Delegacia de Polícia e comigo junto.


Como aconteceu?
Desde o início do atraso, um funcionário da Webjet (Anderson) foi extremamente hostil e grosseiro com os passageiros, chegando até a insultá-los verbalmente, o que gerou um estresse generalizado na sala de embarque. A líder da Webjet de Congonhas (Amanda), foi inclusive avisada, por outros passageiros além de mim, de que aquele funcionário não deveria permanecer ali pois se encontrava completamente despreparado para lidar com a questão e se mostrava agressivo e irritado com os passageiros.
Mas nada foi feito e, para piorar, no momento em que os passageiros começaram a reivindicar seus direitos, garantidos pela ANAC, a Webjet resolveu embarcá-los, mesmo com uma das funcionárias dizendo claramente que o tripulante ainda não havia chegado. Logo o embarque se dava sem condições de vôo, e apenas para evitar atender aos direitos dos passageiros, que aguardariam indefinidamente, dentro do avião. Desta forma, os passageiros disseram que não embarcariam. Porém, diante da situação o funcionário Anderson começou a embarcar os dois passageiros cadeirantes do vôo, o que me causou muita indignação pois os presentes viram que estes eram constrangidos a embarcar, por necessitavam de auxílio do funcionário para o embarque.

Por que a Delegacia?
Neste momento eu era um dos passageiros em discussão verbal com o funcionário em questão, que com uma postura intimidadora dizia "esperar apenas que encostassem nele para ir a delegacia" demonstrando total instabilidade em resolver a situação além da instigação do embate e predisposição para tal, visto que até então apenas discutíamos. Desta forma, quando a postura do funcionário se fez por demais intimidadora, um outro passageiro, ali presente o empurrou para que se contivesse, o funcionário reagiu com outro empurrão e foi novamente atingido, o que gerou uma enorme confusão.
E o funcionário Anderson prestou queixa contra o passageiro que o atingiu.

Haviam testemunhas?

No saguão haviam diversas testemunhas e outros passageiros que diziam ter sido xingadas pelo funcionário e muitos registravam a cena, com filmadoras e máquinas fotográficas, de modo a documentar a absurda atitude do funcionário e do time de solo da empresa. Quando o assunto foi levado à delegacia, a empresa rapidamente embarcou todos os passageiros que testemunharam e foram vítimas das agressões verbais do funcionário, para que não pudessem dar a sua versão dos fatos, encaminhando à delegacia funcionários da empresa e um passageiro voluntário, (que havia separado a briga) escolhido por eles.


Por que a Natália (Zuca) foi parar na Delegacia?
Acabei sendo levada à delegacia por ter discutido com o funcionário em questão. E fui prestar esclarecimentos sobre o ocorrido, desta forma, eu que já aguardava desde as 12:40hs, continuei a disposição no aeroporto até aproximadamente às 18:40hs, sem alimetação e sem nenhuma informação sobre o vôo.

Ninguém teve informação sobre o Vôo?

A Sra Amanda (Líder da empresa em CGH) esteve na DP e endossou o bilhete do passageiro selecionado por eles para testemunhar. Mas nem chegou a falar comigo.

Mas você foi na Webjet?

Quando finalmente assinamos os depoimentos, segui para o guichê da Webjet, com o cartão de embarque em mãos, e as funcionárias me informaram que eu havia perdido o vôo e que a empresa não se responsabilizava por isto, agindo como se eu simplesmente não tivesse me apresentado no embarque, logo sendo obrigada a pagar taxas de reemissões e diferenças tarifárias. “Oi?”


Como assim???

Isso mesmo! A Webjet além de me deixar no aeroporto de Congonhas, levou, sem meu consentimento e sem obedecer aos procedimentos de segurança, minha mala, desacompanhada para o Rio de Janeiro, o que me impediu sequer de permanecer em São Paulo, para comprar com calma uma passagem para outro dia.
E aí, o que você fez?

Me sentindo absolutamente lesada, um liixoo!!!! Comprei uma passagem da TAM para o próximo vôo para o Rio (JJ 3956), desembolsando a bagatela de R$ 450,00 pelo meu vôo de 45 minutos para casa. Afinal além de todo o desgaste, não podia continuar ali, sem local para ficar, sem bagagem e sem a menor assistência, como a Webjet me deixou.


E a sua bagagem?

Chegando no Santos Dummond, às 21hs, busquei minha bagagem no guichê da Webjet, onde os funcionários ficaram chocados com o fato da bagagem ter ido e eu não. Os tíquetes da bagagem comprovam tudo.

Hoje, além da imensa “ressaca moral” e indignação, me vejo com diversas questões:
  • Da mesma forma que não havia uma escala reserva à postos, nem funcionários aptos a lidar com a crise, como confiar nos demais serviços prestados pela empresa, como por exemplo a qualidade da manutenção das aeronaves ou o preparo da tripulação?
  • E ainda como confiar numa empresa que ignora absolutamente uma norma de segurança internacional de vôo, despachando uma bagagem sem o passageiro?
Embora tenha escrito para a ANAC, jornais e para a própria Webjet, precisava dividir isso aqui. E dizer que enquanto aceitarmos esse tipo de atitude das empresas, menos eles nos respeitarão como consumidores e cidadãos. Então, vamos usar os meios que possuímos para alertar ao máximo as pessoas, antes que elas sejam surpreendidas.
Até ontem, eu recomendava a Webjet, mesmo sabendo de intercorrências, até com o Zuco. Hoje, me pergunto que tipo de Valores essa empresa possui. E sinceramente, não consigo mais confiar.

domingo, 29 de agosto de 2010

Da janela do carro...

Durante essa minha estada em Sampa, não tive a oportunidade de conhecer o Ibirapuera e "sua vizinhança". Fui a outros lugares, estive com amigos, fiz um curso bem puxado, tudo excelente! Mas o Ibirapuera ficou para a próxima.

Porém, ao passar de carro ali por perto, consegui um ótimo click do "Monumento às Bandeiras" que fica na Praça Armando de Salles Oliveira, bem próximo ao Ibirapuera. O legal foi que ainda tive a felicidade de pegar uma bike na mesma foto. Perfeito!!!




Uma imagem e tanto dessa São Paulo que eu não conhecia e "descobri" um pouco ao longo dessa semana que passou.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Parabéns Vigininha!!!!

Hoje é aniversário da mulher mais importante da minha vida: Minha Madresita!!!

Mãezona do Márcio, Natália e Petrúcio, tia - mãe da Déia, mega avó da Malu, Guto, Lela e Maria Rosa e super esposa do Márcio ou Vovozão. Além de amigona de muitos!!! =)




Como hoje eu não estarei ao lado dela para vê-la apagar as velinhas e enchê-la de beijos, aqui vai a minha pequena homenagem!

Feliz Aniversário Mamãe!!!! Que Deus a abençoe cada vez mais! Amo você!! =))

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Meu Sanduíche de Mortadela!

Meu maior desejo ao visitar São Paulo não foi conhecer o Ibirapuera (esse eu ainda vou!), nem ir ao Shopping... E sim comer aquele meeega sanduíche de mortadela no Mercado Municipal. E assim, que cheguei na terra do "Avesso do avesso, do avesso do avesso...", tratei de providenciar!





De acordo com a dica da Deisoca desci na estação de metrô São Bento (saída Ladeira Geral), encarei a 25 de março, mas para a alegria do Zuco passei semi invicta (comprar adesivos para a coleção dos sobrinhos não conta né?) e após uns 5 - 10 minutos chegamos no Mercadão.
De cara, fomos abordados por um vendedor das barracas de frutas, que por sinal vendem muito bem! Servem diversas frutas, nos envolvem com aquelas delícias de se ver e comer, então vira fato consumado, mesmo sendo caro, caímos e levamos umas cerejinhhas (100g por R$5,00). Mas estavam gostosas viu? haha





Rodar pelo Mercadão é delicioso! Tá bom que tem turista "à rodo", mas são aqueles que gostam de sentir um pouco mais o local. As cores, cheiros e o visual dos produtos são muito legais. Nossos sentidos ficam super aguçados!







A gente também encontra um humor negro por lá...




Depois de fazer o reconhecimento, seguimos para o Bar do Mané, que de acordo com um Senhor que parecia conhecer bem o Mercadão nos indicou como o sanduíche de mortadela mais tradicional do Mercadão.



Quando o Zuco pediu "Dois sanduíches, por favor", dois caras grandes que estavam do nosso lado não resistiram e disseram "Desculpe me meter, mas vocês já comeram esse sanduíche? Não sei a fome de vocês, mas pede um só, se quiserem mais peçam outro...", logo o rapaz do balcão confirmou com o olhar. Turista é fogo hein? Ainda bem que encontramos paulistanos super gente boa, que não resolveram deixar os cariocas enfastiados!



E realmente o sanduíche é delicioso! A quantidade de mortadela é absurda, certamente eu faria uns 4 ou 5 sanduíches "normais" com aquela mortadela toda, mas como momento "pé na jaca" foi perfeito! Com direito a "Hummm" e tudo!



Sem dúvida alguma, recomendo essa experiência para qualquer pessoa que for a Sampa, o lugar é show, pretendo repetir a dose, mas dessa vez para experimentar o pastel de bacalhau.


Metrô: R$ 2,65 bilhete
Sanduíche de mortadela + (1) Original + (1) Expresso = R$ 19,00 (Juro que não lembro do preço unitário do sanduba, mas em outro bar de lá estava R$ 15,00 não deve ser muito diferente)

Fotos: Tales Lobosco e Zuca (N. Gastão)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Foto do Dia!

Essa vai para matar as saudades de Punta Walichu em El Calafate.
O visual incrível do Lago Argentino com a Cordilheira ao fundo é de deixar qualquer um de boca aberta!


Zuca se equilibrando entre as pedras para tocar nas águas frias do Lago!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Tiwanaku em duas partes!

Já havia dito antes, que a nossa viagem a Bolívia foi uma verdadeira saga ou maratona, como preferir. Fomos com muita sede ao pote e quisemos conhecer tudo o possível... Claro que não conseguimos aproveitar tudo, mas claro que foi divertido tentar e conhecer quase tudo o que planejamos! haha




Alugamos um coche (carro) e seguimos por 70 km de La Paz para Tiwanaku, pelo altiplano boliviano.






Como curtimos sítios arqueológicos, Tiwanaku não poderia ficar de fora! Afinal trata-se da civilização que é considerada uma das precursoras do Império Inca. Resumindo o lugar em si, é riquíssimo em história pré colombina.






Apesar de grande, seu estado de conservação não é dos melhores, mas em 2009 Tiwanaku foi declarado patrimônio da humanidade pela UNESCO, administrado pelo governo boliviano. O que gera alguns problemas no quesito restauração, visto que há um questionamento constante sobre alguma mudança na condição original dos elementos do sítio.




















Nossa visita foi fragmentada em duas partes, até porque seria muito normal se conseguíssemos visitar tudo no mesmo dia, haha. Para simplificar (porque isso é tema de outra história...) quando o sítio estava fechando, ainda faltava uma parte a ser vista, então partimos para Copacabana (via Peru), conforme o planejado, mas na volta deu tempo e como Tiwanaku estava no caminho aproveitamos para ver a região de Puna...




... e não é que conseguimos?


FOTOS: TALES LOBOSCO

sábado, 14 de agosto de 2010

No meio do caminho tinha...

Carioca.


Localizado no "coração" do Centro do Rio, o Largo da Carioca ou apenas Carioca, é um lugar rico em diversidade e história. Afinal ele é cercado pelo Convento de Santo Antônio (1592), o Info Centro, Petrobrás e BNDES, além de abrigar em seu subsolo uma das maiores estações de metrô da cidade: A Carioca.








Mas a diversidade não se limita apenas as construções. A Carioca é palco de artistas de rua e ambulantes.



É comum encontrar curiosos em torno de alguém fazendo um truque ou "número", religiosos fazendo suas pregações, músicos bolivianos-peruanos-equatorianos com seus bambus e sons, calouros de faculdade levando trote, turistas, executivos e pessoas na correria e vai e vem do cotidiano.









Para tirar a prova, basta atravessá-lo apenas uma vez, de preferência de segunda a sexta feira, dentro do horário comercial.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Operação Porco Capitalista # 1 Mês

Nosso querido Porco Capitalista completou seu primeiro mês! E neste pequeno espaço de tempo, já deu para notar que enchê-lo de moedas não será uma tarefa fácil... Olha que andei até trocando dinheiro por moedas de R$1,00 e ainda recebi algumas doações dos meus pais e da Déia (prima/irmã) - Obrigada Famíliaa!!!! Mas ainda assim, a subida está leeenta...


Mas como bons brasileiros que somos: Nada de desistir!!!! E cada moeda que recebemos num troco ou ganhamos, sempre fazemos um "Uhuu!!" básico. A diversão do percurso, é um incentivo e tanto!


Mas para evitar uma Zuca meio frustrada no próximo mês, resolvi adicionar um novo parâmetro para avaliar a evolução do Porco: O Peso do suíno!!!! Como a garrafa é muito grande, as moedas se acomodam bem até demais, deixando a impressão de que quase não "cresceu". Por isso o peso será mais legal! Rá! - como diria a Matraca.

Então, saí em busca da minha nova parceria: O Hortifruti, ou melhor a Balança do Hortifruti! Sim, todo mês o Porco subirá na balança para ver o quanto engordou...


E aí segue o peso do nosso filhote: 0,805 kg - Imaginem o quanto esse Porco não ficará pesado, quando estiver cheio... Mas depois a gente resolve esse "detalhe" (palavras do Zuco).


Nem preciso dizer que já estou ansiosa para ver o quanto o Porcão engordou né? Até a próxima! =)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

La Paz e o Soroche

Nossa chegada em La Paz foi à noite debaixo de uma certa chuva, turbulências e ainda, marcada pelo soroche (mal da altitude).
Como nossa subida não foi gradual, contrário a quem vai de ônibus, o impacto da altitude foi forte, principalmente para o Tales, que sentiu quase tudo: tonteira, dor de cabeça e náusea. Já eu, senti apenas aquela sensação de "estar zonza", flutuando, logo que desci do avião.
E olha, que seguimos bem as orientações de tomar as chamadas "soroche pills", vendidas em qualquer farmácia boliviana. Trata-se basicamente de uma combinação de cafeína e AAS.
Mas como disse um conhecido meu que está morando na Bolívia, a regra para sentir-se bem costuma ser caminar despacito y comer poquito, ou seja, não sobrecarregar nossos sistemas respiratório, circulatório e digestivo, para evitar o famoso soroche.



Deixando o soroche de lado, meu maior incômodo na chegada a La Paz, foi a condução que pegamos para nos levar ao Albergue. Era noite, chovia, o aeroporto estava fechando (olha que era o internacional) e nada de taxi, apenas uns carros tipo perua (Marea, Quantum, etc.) faziam esquema lotação para a cidade. O problema foi que só havia lugar para uma pessoa, mas o "jeitinho" boliviano associado ao brasileiro, transformou aquele carro num coração de mãe. Ainda bem, caso contrário não sei como sairíamos da frente do aeroporto que nessa altura já estava fechado e ficando deserto. Se somarmos o frio, chuva e soroche, o quadro não seria nada divertido.
Então encaramos o carro, sentamos no banco da frente, nada de cinto de segurança (aliás deu pra notar que segurança e Bolívia não combinam muito) e o nosso motorista estava numa velocidade considerável, em descida constante, sob chuva e numa via de mão dupla. A essa altura o meu anjo da guarda estava me xingando, por tê-lo metido nessa roubada. Mas, como ele é fiel, chegamos.
Estar na capital mais alta do mundo (3.660 m de altitude) é interessante, deu para entender perfeitamente porque a Bolívia sempre ganha em casa desde o futebol até a competição de bolinha de gude. Qualquer esforço que se faça é grande para os mortais que vivem ao nível do mar.
A geografia de La Paz é contrastante! A cidade preenche um vale, desde as laterais até embaixo, com várias casas em suas encostas, semelhante a uma favela, e ao fundo observamos a branquíssima e exuberante Illimani, ponto culminante da Cordillera Real.







A via que se percorre para chegar a região de El Alto (onde fica o aeroporto), segue contornando a borda do vale, passando por áreas íngremes e com alguns penhascos (Lembra da história do "taxi"? O caminho é o mesmo!), aos poucos ganhamos a visão panorâmica da cidade e da Cordilheira.







Passamos pouquíssimo tempo em La Paz, na realidade apenas uma manhã de domingo, de lá alugamos um carro e seguimos em direção a Tiwanaku. Mas tivemos a oportunidade de ver uma passeata contra as drogas, com a participação de crianças, grupos escolares e também militares, parecia algo como um desfile ou parada, pois estava muito organizado.





Visitamos a belíssima Iglesia de San Francisco, que estava em reforma e circulamos um pouco pelo centro. Tudo beeem devagar, afinal o oxigênio estava em baixa!











Sem dúvida alguma, La Paz merecia ao menos um dia inteiro, principalmente para o organismo se adaptar a altitude, além de visitar outras regiões da cidade, mas nosso tempo estava escasso e fizemos o que pudemos da melhor forma. Mas quem sabe numa próxima vez...


Fotos: Tales Lobosco e Zuca (N. Gastão)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...